Quais os métodos contraceptivos que existem? Como escolher?

🌸 Hoje em dia temos disponíveis inúmeros métodos eficazes de contracepção. De início, podemos dividi-los em dois grandes grupos, entre os métodos HORMONAIS e os NÃO HORMONAIS.
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Como o próprio nome diz, os métodos não hormonais são aqueles que não
contém nenhum tipo de hormônio na sua composição. É o caso do
dispositivo intrauterino de cobre, das camisinhas, do diafragma e dos
espermicidas. Todos eles vão funcionar como uma barreira que tenta
impedir a chegada do espermatozoide ao óvulo.
🌸 Já os métodos
hormonais são as medicações ou dispositivos que contém hormônios
semelhantes aos femininos. Mesmo entre eles, existem os que possuem um
único hormônio, semelhante à progesterona; ou aqueles que contém dois
hormônios, semelhantes à progesterona e ao estrogênio. É bom lembrar que
os métodos hormonais não incluem somente a pílula! Existem anéis
vaginais, injeções, adesivos, implantes subdérmicos e até os
dispositivos intrauterinos que liberam hormônio! Essas baixas doses de
hormônio vão provocar algumas alterações no muco do colo uterino e
muitas vezes impedem a ovulação, diminuindo bastante as chances de
gestação.
🌸 Vale lembrar que, apesar dessas possibilidades,
muitas pessoas ainda usam os chamados métodos comportamentais. Estes
incluem evitar relações no período fértil estimado ou a prática do coito
interrompido. Mas como o período fértil não é fácil de ser estimado; e
por vezes os fluidos pré-ejaculatórios do homem também contém alguns
espermatozoides, todos os métodos comportamentais apresentam alta taxa
de falha!
🌸 Na hora de escolher o método, vale a pena lembrar
que nenhum deles é 100% eficaz e que a eficácia também está relacionada
ao uso correto. Além disso, algumas pacientes podem ter contra-indicação
ao uso de alguns métodos hormonais, a depender de problemas de saúde.
Portanto, a escolha deve ser bastante individualizada, levando em
consideração os aspectos da sua saúde, os potenciais benefícios extras
que alguns métodos trazem, seu estilo de vida, suas crenças e tudo o
mais que você achar relevante. Afinal, por mais que a orientação seja
feita pela ginecologista, a decisão de qual método usar é sempre sua!
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