🌸 O culto ao corpo feminino não é algo deste século. Da mesma forma, a valorização das mamas é quase tão antiga quanto a própria civilização. Não só devido ao seu papel na amamentação, os seios estão presentes em representações artísticas de pinturas, esculturas, e até da literatura.

🌸 Nas civilizações antigas, os seios grandes eram sinônimo de fertilidade. Amuletos e estatuetas antigas os representavam de forma exuberante, considerados bênçãos relacionados a fertilidade. O exemplo mais conhecido, a Vênus de Willendorf (à direita), foi esculpida entre 28 000 e 25 000 anos antes de Cristo. Por vezes as representações tinham o intuito místico, como o caso das bonecas da fertilidades (esquerda) esculpidas pela etnia Ashanti, encontrada onde hoje fica Gana e Nigéria.

🌸 Alguns povos primitivos africanos mantêm o caráter sagrado dos seios até hoje: em certas tribos do Sudão, além do marido e dos filhos ninguém pode encostar em seu busto. Nem sequer os médicos. Se isso ocorre, mesmo sem querer, quem tocou os seios recebe pena de morte.

🌸Por aqui os seios podem até ser sagrados, mas o toque é importante! Não só no autoexame, em que a mulher entra em contato com seu corpo e pode reconhecer precocemente nódulos suspeitos; como no exame clínico das mamas, realizado por médicos pelo menos uma vez ao ano. Dessa forma, muitas lesões podem ser descobertas ou melhor avaliadas!